A possibilidade de vida após a morte tem sido discutida por um bilionário que planeja ser congelado para possível ressuscitação no futuro.

Essa técnica é conhecida como criogenia e envolve o resfriamento de corpos com nitrogênio líquido a temperaturas extremamente baixas, atingindo -196ºC. A esperança por trás desse processo é que, em algum momento no futuro, a ciência possa desenvolver a capacidade de trazer esses corpos preservados de volta à vida. No entanto, é importante entender se essa técnica faz sentido e o que a ciência tem a dizer a respeito.

Peter Thiel, bilionário e cofundador do PayPal, anunciou sua intenção de ser congelado e preservado após sua morte, com a esperança de que seja possível revivê-lo no futuro. Embora tenha se inscrito para o processo de congelamento, Thiel expressou ceticismo em relação à eficácia dessa tecnologia.

Esse método de congelamento pós-morte é conhecido como criogenia e já é utilizado internacionalmente por clínicas de fertilização e hospitais para preservar partes do corpo humano, como esperma, óvulos, células sanguíneas e embriões.

Segundo o Instituto de Criogenia de Michigan, nos Estados Unidos, a criônica é uma técnica com o objetivo de salvar vidas e prolongar a existência. O procedimento consiste em resfriar pessoas que foram declaradas “legalmente mortas”, na esperança de que futuros avanços científicos possam, eventualmente, reviver e restaurar esses corpos e órgãos.

 

Uma pessoa mantida nesse estado é considerada um “paciente criopreservado”, uma vez que o instituto não acredita que a pessoa criopreservada esteja de fato morta.

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